domingo, 17 de julho de 2011

Não poucas vezes esbarramos com o nosso destino pelos caminhos que escolhemos para fugir dele.

No fundo, no fundo eu devo achar legal tudo isso.
A gente parece que mente um pro outro...
Será que você não sente mesmo minha falta ?
Assim como eu sinto a sua...
Será mesmo eih?
Bem lá no fundo...
Acho que essa "capa" de durão logo vai cair.
Não faz sentido...
Eu sempre te querendo tanto.
E você não sentindo nem uma pontinha de vontade de estar comigo..
Há algo de errado nisso.
Suas palavras sabem mentir muito bem,
menos seus olhos e seu sorriso.
E eu sei mais do que ninguém,
que aqui comigo,
tudo em você entra em equilíbrio.
Eu sei o que é bom pra você.
E você deve saber o que é perfeito pra mim.
A gente só tem que admitir isso frente a frente.
Será que só eu vejo nosso encaixe perfeito?
Acho que não.

Às vezes, sinto falta, às vezes, acho que é um alívio estar longe…

E finalmente o adeus.
Naquele momento onde os olhos não se enchem mais de lágrimas,
onde o sorriso não tem mais causa,
onde a vida começa a ser vivida sem uma "razão".
Quando o amor acaba,
mas sem tristeza,
e sim com alívio.
Quando aquela relação de dependência,
se torna independente.
Quando o coração não bate ardendo,
sedento pela aquela pessoa.
Bate por que quer vida.
E tudo começa a ser melhor realmente.
Quando a gente aprende a andar com as próprias pernas,
sem ter que se mirar nos braços de ninguém.
Somente no próprio futuro.
Mas pra isso tudo acontecer,
foram várias caídas, derrapadas...
Machucados que secaram,
cicatrizaram.
E agora, não doem mais.
Sabemos que eles existiram,
por que a cicatriz não sairá jamais.