Seus olhos não saem dos meus,
suas mãos viajam pela minha pele
a procura da mais linda
fonte de felicidade.
Sorrisos surgem,
palavras são audíveis,
mas só nós entendemos.
É você,
eu sei que é você.
Não há mais nada para procurar,
não há o que querer mais.
Eu procurei,
por tanto tempo,
e quando desisti,
você veio atrás de mim,
e então eu descobri,
que muito antes de te achar,
você já me buscava.
É difícil se arriscar,
é complicado confiar.
Mas meu instinto de segurança me alertou,
que em você, eu encontrei meu ponto de apoio,
a minha força,
para me entender.
Nós sofremos separados,
para sermos felizes juntos.
O que eu preciso é de mais um dose,
mas uma tragada.
É viciante,
gostoso
e incrivelmente majestoso.
Eu só sei que te amo,
sem mais.
Este conteúdo faz parte da propriedade intelectual dos autores do amandashh. Não copie sem fazer a devida referência. Obrigada pela compreensão.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Acidentes são inesperados e indesejáveis, mas fazem parte da vida.
Eu vi os faróis vindo em nossa direção,
joguei o carro para a esquerda,
mas esqueci
que a minha vida inteira estava no banco de trás.
Alice.
Eu ouvi seu ultimo gemido.
Sua ultima dor,
seu ultimo suspiro.
Desde lá,
a minha vida está parada.
Estou tentando buscar explicação para o inexplicável,
e juntar meus poucos pedaços.
Eu não quero perdões,
não quero abraços.
Eu amo essa aflição,
essa dor toda.
Porque é nela que eu sei que Alice está.
Alice permanece comigo nos momentos
mais improváveis.
Em cada correria,
em cada lembrança.
Ela está lá.
Muito mais que no banco de trás,
ela sobreviveu na minha memória.
Eu escuto ela chamar,
entendo seu chorinho de fome.
Mas não há nada que eu possa fazer.
Não tenho braços para alcançá-la.
Eu peço a Deus que me leve pra perto dela.
Mas eu sei
que mais que mãe,
mais que mulher,
eu sou uma exímia
assassina.
Este conteúdo faz parte da propriedade intelectual dos autores do amandashh. Não copie sem fazer a devida referência. Obrigada pela compreensão.
joguei o carro para a esquerda,
mas esqueci
que a minha vida inteira estava no banco de trás.
Alice.
Eu ouvi seu ultimo gemido.
Sua ultima dor,
seu ultimo suspiro.
Desde lá,
a minha vida está parada.
Estou tentando buscar explicação para o inexplicável,
e juntar meus poucos pedaços.
Eu não quero perdões,
não quero abraços.
Eu amo essa aflição,
essa dor toda.
Porque é nela que eu sei que Alice está.
Alice permanece comigo nos momentos
mais improváveis.
Em cada correria,
em cada lembrança.
Ela está lá.
Muito mais que no banco de trás,
ela sobreviveu na minha memória.
Eu escuto ela chamar,
entendo seu chorinho de fome.
Mas não há nada que eu possa fazer.
Não tenho braços para alcançá-la.
Eu peço a Deus que me leve pra perto dela.
Mas eu sei
que mais que mãe,
mais que mulher,
eu sou uma exímia
assassina.
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O que vai sobrar de mim?
O que está sendo violentado aqui é a minha mente.
Eu não tenho controle sobre o meu agressor,
ele me tortura, me condena,
me mata, lentamente.
O que ele quer é me fazer sofrer,
e o que eu quero,
é correr o mais rápido possível daquele lugar.
A sua mão surge como uma cobra venenosa,
enchendo meu corpo com mordidas
de suas presas, que me paralisam.
Não há absolutamente nada que eu possa fazer.
O que poderia ser feito,
já foi.
Nada pode me salvar,
me renascer.
Nada.
Ele me joga em um poço sem fundo.
Eu caio em uma depressão interna
eterna.
Se alguém tem culpa,
isso já não importa.
Com uma arma apontada na minha direção,
eu não tenho escolha.
A luta cansativa e sangrenta,
que me apunhala pelas costas,
me cansou demais.
Eu sei que depois da chuva,
há arco-íris,
mas até lá,
muitos raios ainda irão me partir.
Ele me detona em milhares de micro pedaços,
e eu sei que estou triste.
Penso em todos que me querem bem, todos que tanto me amam,
e eu vejo,
o quanto estou perdida.
Talvez nunca mais me encontre.
Talvez, por uma sorte do destino,
diante de uma clareira,
perceba que há atalhos.
A felicidade não é um prato pronto,
é pedra bruta,
precisa ser trabalhada e
lapidada.
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Eu não tenho controle sobre o meu agressor,
ele me tortura, me condena,
me mata, lentamente.
O que ele quer é me fazer sofrer,
e o que eu quero,
é correr o mais rápido possível daquele lugar.
A sua mão surge como uma cobra venenosa,
enchendo meu corpo com mordidas
de suas presas, que me paralisam.
Não há absolutamente nada que eu possa fazer.
O que poderia ser feito,
já foi.
Nada pode me salvar,
me renascer.
Nada.
Ele me joga em um poço sem fundo.
Eu caio em uma depressão interna
eterna.
Se alguém tem culpa,
isso já não importa.
Com uma arma apontada na minha direção,
eu não tenho escolha.
A luta cansativa e sangrenta,
que me apunhala pelas costas,
me cansou demais.
Eu sei que depois da chuva,
há arco-íris,
mas até lá,
muitos raios ainda irão me partir.
Ele me detona em milhares de micro pedaços,
e eu sei que estou triste.
Penso em todos que me querem bem, todos que tanto me amam,
e eu vejo,
o quanto estou perdida.
Talvez nunca mais me encontre.
Talvez, por uma sorte do destino,
diante de uma clareira,
perceba que há atalhos.
A felicidade não é um prato pronto,
é pedra bruta,
precisa ser trabalhada e
lapidada.
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