Sabe quando a certeza bate a nossa porta?
A gente sabe o que está fazendo.
Sabe que é o certo.
E quando eu me vi,
de branco,
tinha certeza,
que o errado,
o dolorido,
tinha passado,
pra ficar lá atrás.
Sem me perturbar mais.
Ficou tudo tão claro.
Enquanto eu ia me aproximando de você,
ia percebendo que tudo era mais que um sonho,
uma realidade que antes estava tão longe,
e naquele momento estava tão perto.
E quando a gente se abraça,
juramos novamente,
algo que já verdade por anos.
E que todos já sabem,
todos já sabiam,
as vezes mesmo antes de nós...
Nem precisávamos ouvir dos outros.
Só de nós mesmos.
Bastou um tempo,
um tempo certo..
Para que tudo que tivesse que ser,
fosse.
Por que antes disso,
tudo era tão bagunçado,
tão longe de parecer algo bonito.
E com o tempo certo,
com o tempo moldando nosso sentimento,
se tornou a coisa mais linda e perfeita.
E quando eu cheguei em seus braços,
entendi tudo aquilo que antes não fazia sentido..
E hoje é tão óbvio.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.
Foi um sonho que tive..
Algo meio sem sentido, mas que me deu uma vontade de respirar.
E de esperança, pra poder sonhar acordada,
com algo melhor.
Era assim...
Vi meus amigos, felizes,
todos eles.
Na minha casa,
juntos.
Todos nós nos divertindo.
Tão perfeito,
parecia tão real,
a essência da felicidade,
da alegria estava ali.
Não via nada,
só os sorrisos.
E quando eu menos esperei,
entrei numa casa enorme,
e linda.
Era minha.
Meu pai estava sorrindo,
tão lindo...
Ali perto de mim...
Ele me abraçou...
E como se tudo fosse acabar,
e eu acordar mais uma vez naquela cama gelada,
minha mãe aparece.
Aí sim, meus olhos se encheram de lágrimas...
Tudo perfeito,
lindo,
inatingível,
quando como num passe de mágica,
algo que a minha imaginação criou,
a realidade tirou.
E acordei, numa cama fria,
sem sorriso, sem amigos.
Mas com saudade...
Muita saudade.
Mas era apenas uma falsa realidade,
doce,
mas era falsa.
Ou então era apenas um mero sinal.
Algo meio sem sentido, mas que me deu uma vontade de respirar.
E de esperança, pra poder sonhar acordada,
com algo melhor.
Era assim...
Vi meus amigos, felizes,
todos eles.
Na minha casa,
juntos.
Todos nós nos divertindo.
Tão perfeito,
parecia tão real,
a essência da felicidade,
da alegria estava ali.
Não via nada,
só os sorrisos.
E quando eu menos esperei,
entrei numa casa enorme,
e linda.
Era minha.
Meu pai estava sorrindo,
tão lindo...
Ali perto de mim...
Ele me abraçou...
E como se tudo fosse acabar,
e eu acordar mais uma vez naquela cama gelada,
minha mãe aparece.
Aí sim, meus olhos se encheram de lágrimas...
Tudo perfeito,
lindo,
inatingível,
quando como num passe de mágica,
algo que a minha imaginação criou,
a realidade tirou.
E acordei, numa cama fria,
sem sorriso, sem amigos.
Mas com saudade...
Muita saudade.
Mas era apenas uma falsa realidade,
doce,
mas era falsa.
Ou então era apenas um mero sinal.
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