Nos anos 90 sonhamos com uma humanidade feita com robôs,
automáticos,
sem erro,
objetivo.
Sem sentimentos,
sem desejos, secos de alma.
Somente fazem aquilo que são programados e mediante solicitação.
Enfim conseguimos aquilo que ansiamos.
Chegamos a um ponto em que os mais tecnológicos enxergam a vida como nichos,
espaços a serem preenchidos.
Cada vez mais esquecemos em que espaço devíamos estar.
Estamos nos esquecendo,
nossa essência.
O que somos sem celular?
Não, não é critica.
É a realidade nítida, crua, verdadeira e singular.
Sem ambiguidade,
estamos perdidos,
e cada vez mais nos procurando.
Algo que era natural, se tornou uma linha de programação.
Este conteúdo faz parte da propriedade intelectual dos autores do amandashh. Não copie sem fazer a devida referência. Obrigada pela compreensão.