segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Eu só pediria licença para lembrar que os alienados são precisamente os que têm uma ideia fixa.

Nos anos 90 sonhamos com uma humanidade feita com robôs,
automáticos,
sem erro,
objetivo.
Sem sentimentos,
sem desejos, secos de alma.
Somente fazem aquilo que são programados e mediante solicitação.
Enfim conseguimos aquilo que ansiamos.
Chegamos a um ponto em que os mais tecnológicos enxergam a vida como nichos,
espaços a serem preenchidos.
Cada vez mais esquecemos em que espaço devíamos estar.
Estamos nos esquecendo,
nossa essência.
O que somos sem celular?
Não, não é critica.
É a realidade nítida, crua, verdadeira e singular.
Sem ambiguidade,
estamos perdidos,
e cada vez mais nos procurando.
Algo que era natural, se tornou uma linha de programação.




























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