Ah, o amor.
Muito mais que uma realização na pirâmide de Maslow,
muito mais que uma necessidade reprimida.
Esse sentimento,
essa força,
move montanhas,
ergue e derruba barreiras inimagináveis todos os dias.
Ele está lá fora,
ele está aqui dentro,
querendo fazer parte da nossa vivência humana no planeta terra.
Ele nos impede de viver,
ou nos faz criar asas e ir para lugares distantes.
Não se pode descrevê-lo,
não se pode tocá-lo.
Pode-se ouvi-lo,
pode-se senti-lo.
É forte,
é verdadeiro.
Somente uma alma imaculada consegue chegar a sua forma mais perfeita do amar.
Se há algo difícil de se achar é o amor verdadeiro.
Aquele que dá sem esperar,
aquele que cede sem precedentes.
Aquele que é capaz de acabar com uma guerra,
e começar com outras mil.
Ah, o amor.
Um sentimento perseguido,
destruído,
reconstruído,
moldado.
Ele pode ser emoldurado,
recortado.
Podemos transformá-lo em outros sentimentos.
Nós o queremos,
nós fazemos loucuras por ele,
coisas que até então achávamos errada,
coisas que sempre foram corretas.
O amor é sem dúvidas,
o que move a sociedade atual.
Ou a falta dele.
