Como a inocência de um criança,
eu gosto de tudo em você.
Amo seu sorriso,
adoro seus olhos,
interessante o jeito que você anda,
julgador como você olha,
apaixonante o jeito que você me toma,
curioso a forma como você se veste,
e como clichê,
te amo por inteiro.
Não há um detalhe se quer que eu deixaria de amar.
Nem as coisas mais naturais.
Cada parte,
cada célula,
mantenho um sentimento.
Te amo.
Como quando você dorme.
O jeito que você se vira diversas vezes quando eu encosto em você.
Como o jeito que você se irrita quando eu te dou milhões de beijos.
Quando eu te cubro de amor,
só pra satisfazer uma intimidade minha.
Egoísmo ou não,
eu te amo.
E eu sei que você mantém o mesmo sentimento por mim.
Não por que você fala.
Isso você nunca vai precisar falar.
Nos momentos que meu coração se sente completo,
eu sei que está tudo bem.
Que já não há razão para temer.
Que há razões somente para sorrir.
Razões somente para ser feliz.
domingo, 7 de julho de 2013
Não é morrer, é querer desaparecer.
Aquela hora que o vento encostou em minhas lágrimas,
eu já não estava perto de você.
Eu estava longe de você,
e cada vez mais perto de mim.
O que eu sentia não era impotência nem nada do gênero.
Era uma liberdade.
Uma liberdade que eu nem sabia que existia.
O vento que esvoaçava meus cabelos,
era o mesmo que te levava pra longe de mim.
Ele te carregava tão depressa que eu nem sentia.
Só conseguia sentir uma mistura de vazio instantâneo,
com liberdade.
Isso é bom.
Me deixa longe de qualquer lembrança,
de qualquer fantasma que possa me atacar.
Eu fui adentrando no mar,
devagar.
Intensamente, a alma foi sendo lavada.
Sem saber,
eu já tinha te esquecido naquele momento.
Incrível como uma ida a uma praia deserta pode superar expectativas.
Eu fui andando.
Andando.
Até que a água encostasse em meu pescoço.
O mar estava tão calmo quanto meus pensamentos.
O vento já havia sessado.
O que ocorreu após foi uma anestesia.
Todos os problemas foram embora junto comigo.
eu já não estava perto de você.
Eu estava longe de você,
e cada vez mais perto de mim.
O que eu sentia não era impotência nem nada do gênero.
Era uma liberdade.
Uma liberdade que eu nem sabia que existia.
O vento que esvoaçava meus cabelos,
era o mesmo que te levava pra longe de mim.
Ele te carregava tão depressa que eu nem sentia.
Só conseguia sentir uma mistura de vazio instantâneo,
com liberdade.
Isso é bom.
Me deixa longe de qualquer lembrança,
de qualquer fantasma que possa me atacar.
Eu fui adentrando no mar,
devagar.
Intensamente, a alma foi sendo lavada.
Sem saber,
eu já tinha te esquecido naquele momento.
Incrível como uma ida a uma praia deserta pode superar expectativas.
Eu fui andando.
Andando.
Até que a água encostasse em meu pescoço.
O mar estava tão calmo quanto meus pensamentos.
O vento já havia sessado.
O que ocorreu após foi uma anestesia.
Todos os problemas foram embora junto comigo.
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