quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Acredito no amor pra sempre.

Ciumes e como uma grande teia,
onde o grande aracnídeo que amedronta os invasores é a loucura.
Quanto mais informações você procura,
mais fatos vocês estipula,
e mais páginas a sua grande história inventada vai adquirindo.
E se ele falou isso,
se fez aquilo,
porque escondeu isso.
Em uma relação amorosa o mais importante é manter os pés no chão.
Confiança é uma base fundamental.
Se a confiança não existe,
não há relação,
não há amor,
não há nada.
Somente uma mente inventora,
insegura,
e instável.


Que vida de inferno é a vida do ciumento!

As fraquezas as vezes me cercam, sabe.
Esse que é o verdadeiro problema.
Então, eu ando e vejo olhares, ouso vozes,
enxergo coisas que não existem. 
Uma conversa entre amigos se torna uma flertada mútua. 
As vezes o ciumes toma conta de mim,
e eu não exatamente o que eu penso, ou o que faço. 
Eu penso que é só medo de perder,
mas daí eu percebo que lá dentro,
bem lá dentro tem uma voz me dizendo que talvez,
ela sejam algo que eu não sou. 
Ele me diz o contrário,
mas a minha mente me bombardeia de pensamentos,
de ideias, estratégias, planos feitos. 
Eu começo a traçar um futuro triste,
e ao mesmo tempo de sinto culpada.
Culpada por achar meias verdades,
culpada por pensar mentiras,
culpada ao ponto de querer desaparecer e voltar.
Voltar para o conto de fadas,
onde ninguém tem olhos, bocas e desejos.
Onde a vida é pacata, simples e feliz. 
Eu sinto falta de coisas que eu nunca tive.
Em contra-partida, choro de barriga cheia.
Sofro em uma uti em que o adoentado pode se curar sozinho.
Drama ou realidade?
Exagero ou tiro certo? 
Eu já não sei.
Agora, se me der licença, vou voltar.
Estou fechando os olhos,
estou sendo o que eu chamo de "correta".
Eu o amo e tenho medo de perdê-lo.
É isso que acontece,
sendo somado com os problemas.