domingo, 14 de agosto de 2011

O amor calcula as horas por meses, e os dias por anos; e cada pequena ausência é uma eternidade.

Dia desses estava me lembrando,
daquela paixão ilustrada no meu coração de 15 anos...
Eu amava tanto,
eu achava que a gente iria ficar um dia.
Todos falavam que seria assim.
Só a gente que não se deu conta.
E nosso tempo passou para lembranças.
Lembranças tão fracas e sensíveis,
quanto a realidade.
Seguimos destinos diferentes,
rumos paralelos.
E o tempo foi cruel,
como sempre.
Pra você,
um amor maravilhoso,
com expectativas do "para sempre".
E pra mim,
uma solidão inconsolável,
com faíscas de felicidade,
lançadas ao vento.
As quais eu não consigo segurar,
somente deixar passar,
por que quando e tenta segurá-las,
elas queimam,
deixando cicatrizes.
Na verdade,
por mais que eu queira que tudo fosse diferente,
o destino não deixa mais....
Não somos mais adolescentes.
Somos adultos seguros,
com perspectivas de vida
e com convicção de um dia ter alguém em quem se apoiar,
mais do que a família...
Mas com certeza,
essa pessoa não será você pra mim,
nem eu pra você.
Quem sabe um dia a gente se dê uma chance,
e deixamos que aquele antigo sentimento,
guardado,
em baixo de muita dor e saudade,
volte e possamos viver o que não tivemos tempo.
Com novos horizontes
e novos pensamentos...
Um jeito diferente de ver a vida e vivê-la.