O seu corpinho todo branco,
sua visão deslocada, sem se mexer.
Meu coração pula e de repente, tenho a impressão que ele parou.
Tento escutar sua respiração.
Nada.
Sua vida saiu feito um sopro,
que antes era luz,
e agora,
escuridão.
Você tão tão parado.
Eu não consigo fazer nada.
Estátua.
Simplesmente olho e as lágrimas não vem,
nem um grito,
nada.
Eu quero me beliscar,
deve ser um pesadelo.
Ninguém pode sofrer assim
a dor consome meu corpo.
Eu ligo para um serviço de emergência.
Me falam as palavras que eu não quero ouvir.
Afogamento,
sono,
dormir,
culpa.
Minha cabeça gira e tudo fica preto.
Um barulho vindo do infinito me desperta.
Era o despertador, afinal.
Alívio e um abraço.
Este conteúdo faz parte da propriedade intelectual dos autores do amandashh. Não copie sem fazer a devida referência. Obrigada pela compreensão.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Overdose de você.
Eu não entendo como alguém pode ser feliz mesmo estando
longe de tudo o que te faz bem, vicia.
Eu sinto falta dos seus beijos,
dos seus abraços.
Mas tem algo engraçado nisso.
Eu lembro de tudo como se fossem drogas,
uma pequena parcela.
É isso que você é,
uma droga.
Me vicia, me faz mal,
me consome e depois me deixa no final do poço.
Quando eu já me reconstruí,
você volta com toda sua carga,
e delírios.
Já não sei mais como me ver longe desse mar
que me afoga,
me maltrata e me faz mal.
Mas eu gosto...
Eu gosto que você me faça correr,
perder o fôlego
e quando eu já estou bem cansada,
você sacia minha sede com uma colher de chá.
Você não sabe o que é amor,
nem tem noção,
nossa vida boémia é o que me perde.
Nesse mar bravo,
não há quem se salve.
E mesmo se alguém jogar uma corda,
eu peço pra morrer,
peço pra me perder.
Eu não quero me achar,
não quero me preocupar com isso.
O meu espírito é livre
e o seu é a minha ancoragem.
Eu sei que te tenho quando eu quero,
e você sabe que eu sou sua.
Não tem mistérios na nossa relação,
é um degradando o outro.
Assim como as drogas fazem,
ao final.
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longe de tudo o que te faz bem, vicia.
Eu sinto falta dos seus beijos,
dos seus abraços.
Mas tem algo engraçado nisso.
Eu lembro de tudo como se fossem drogas,
uma pequena parcela.
É isso que você é,
uma droga.
Me vicia, me faz mal,
me consome e depois me deixa no final do poço.
Quando eu já me reconstruí,
você volta com toda sua carga,
e delírios.
Já não sei mais como me ver longe desse mar
que me afoga,
me maltrata e me faz mal.
Mas eu gosto...
Eu gosto que você me faça correr,
perder o fôlego
e quando eu já estou bem cansada,
você sacia minha sede com uma colher de chá.
Você não sabe o que é amor,
nem tem noção,
nossa vida boémia é o que me perde.
Nesse mar bravo,
não há quem se salve.
E mesmo se alguém jogar uma corda,
eu peço pra morrer,
peço pra me perder.
Eu não quero me achar,
não quero me preocupar com isso.
O meu espírito é livre
e o seu é a minha ancoragem.
Eu sei que te tenho quando eu quero,
e você sabe que eu sou sua.
Não tem mistérios na nossa relação,
é um degradando o outro.
Assim como as drogas fazem,
ao final.
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