Na hora em que ocorre aquela injeção de raiva e adrenalina, nós não pensamos.
Deixamos os instintos momentâneos nos levar.
Deixamos que o momento nos dirija.
Deixamos nosso lado negro ir a frente.
Mas nem sempre é o que queremos para sempre.
Queremos na hora, mas não para sempre.
Como uma criança mimada,
nossa raiva quer que sua vontade seja satisfeita naquela momento e nada mais.
Pois o que importa é o momento,
já que depois, quando nos damos conta dos erros,
a raiva já foi embora,
e outros sentimentos tomam seu lugar.
Solidão, tristeza, orgulho.
Eu não suportaria te perder nem por um segundo.
Imaginar você sentindo nojo,
se esquivando da minha presença e me querendo longe...
É doloroso.
Pela nossa história,
por cada vez que eu olhei pra você,
por cada vez que eu me entreguei,
por cada vez que nós fomos um.
Te ver de longe e não poder te tocar,
te ver de longe e não poder dizer o que sinto.
São coisas que eu não quero sentir,
são sentimentos que eu quero que continuem como um medo,
como uma possibilidade remota.
Te perder seria como arrancar um pedaço da minha alma,
e as cicatrizes seriam nossas lembranças.
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