Todas aquelas luzes, aquela emoção de estar no topo do mundo, então.
Eu estava lá, tudo em volta brilhava.
Se eu dançasse, se eu sorrisse ou chorasse,
tudo estava certo.
O que estava certo, continuava certo.
O que estava errado, simplesmente tinha aniquilado-se.
A vida então estava perfeita.
A sorte escorria sobre as pessoas.
Tudo estava a um passo.
Não havia sofrimento.
Quem estava lá queria se divertir,
queria sorrir.
Nada fazia sentido.
E daí.
Ninguém queria que fizesse.
Eu me sentia bem,
muito bem.
Voando, andando.
Eu só estava lá.
E lá, eu era eu mesma.
Não mentia, mesmo porque, a mentira foi criada para esconder uma verdade.
E ninguém se conhecia.
Então pra que esconder algo?
Era uma festa?
Era felicidade?
Era entusiasmo.
Era euforia.
Era uma vibe boa.

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