sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.

Gostaria de expor um tema muito intrigante e pouco abordado atualmente: Pessoas miseráveis que descontam suas mágoas nos mais fracos. Nada de indiretas ou criticas a alguém específico, mas isso existe e é difícil não perceber. Aquele indivíduo que está cansado de ser quem é, que está cansado da sua falta de coragem de ser alguém melhor. Ele se acha pequeno demais para ser uma luz. Ele não se enxerga, chora e se destrói por dentro. Essa pessoa está por aí, andando, vivendo de alguma forma. Ele aguarda ansiosamente o momento. O momento exato de encontrar alguém que esteja em uma posição desfavorecida, a situação em que um ser está sem proteções. Então ele ataca. Ele vomita todo o ódio de si mesmo. Seja por causa de uma reclamação comercial de um produto adquirido, ou qualquer conversa que dê a ele um pretexto para desabafar ou desabar. O ser atacado, obviamente não pode se defender, não há armas contra a ignorância humana. Não há armas contra a ignorância mundana. O jeito, a maneira possível é se tornar vítima e , por algum motivo, seja familiar ou empregatício, engole-se. Engula. Sofre-se. Não há entendimento, porque simplesmente não há conteúdo. Há uma pena mútua de um ser desgastado, um ser tristonho e que já não tem motivos para continuar vivendo. A única defesa para uma agressão dessa natureza é manter-se vivo e agradecer a algum ser celestial que você não precisa, você não consegue ser miserável. Que a sua vida é perfeita e que simplesmente não há motivos para ficar triste, porque saindo de lá você encontra vida, família e felicidade. Já aquele outro, saindo do recinto, encontra solidão, tristeza e martírio.


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