quarta-feira, 25 de junho de 2014

Tudo que sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir pequena.

A brisa bate em minha face,
e as folhas das arvores dançam,
cronologicamente marcado.
Cada passo é pensado.
Mas aquele vento me trás um frescor diferente,
uma mudança muito lenta
e grandiosa vai tomar conta da minha vida.
É um daqueles momentos da vida,
em que você tem que decidir
se para de rogar para que o tempo volte e você possa fazer diferente,
ou se quer dar um corte e decidir que a partir daquele momento,
haverá outro ponto inicial.
A gente se abraça mais forte,
e eu posso sentir seu sorriso de formando lentamente,
enquanto vai anoitecendo.
A maioria das pessoas mostra quem é realmente de noite,
porque nas sombras,
as máscaras são totalmente invisíveis.
Os relógios param,
e as horas não passam.
A vida fica estagnada,
não volta e não passa.
A vontade de crescer,
de ser o que eu sempre quis ser aumenta em mim.
Um ser programado,
mais alguém,
mais um que acorda no mesmo horário todos os dias,
reclama do trânsito e almoça com colegas.
A minha mente é chuvosa,
é solitária.
A arte me pertence e eu sou parte dela.
É o que eu tenho de mais precioso,
o que eu amo fazer.




















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