terça-feira, 22 de julho de 2014

Não jogue nada pela janela sem antes saber a razão.

Eu olhei pela janela,
e o que eu vi,
não era nada do que eu queria saber.
Nada era interessante,
era uma rotina incessante,
de coisas desinteressantes.
Eu vi pessoas doentes,
pessoas mal amadas,
e pessoas que mal queriam amar.
Ela se odiavam
e odiavam quem tentava amá-las.
Aquelas pessoas eram infelizes em toda a sua existência,
assim como o bom clichê diz.
Elas dormiam, trabalhavam, comiam.
Foram programadas
e repetem processos,
linhas e linhas de programação,
para atingir uma situação a qual chamam
de "felicidade".
A felicidade não é um ponto,
ela não está,
ela é,
ou não é.
Simples assim.
Pessoas são felizes onde estão,
ou nunca serão.
A vida não é um lindo conto infantil,
onde tudo terminará bem independente de tudo e de todos.
A vida é triste, as vezes.
E as vezes,
ela é feliz.
Eu posso ser feliz catando lixo,
e ser triste tendo o que comer.
É um conjunto.
E essa janela me remete
a pensar sobre essas pessoas que precisam
e buscam incessantemente
uma justificativa para suas felicidades,
sendo que,
ela está ali.
Na frente,
há um passo.
Não é uma caminhada,
é um passo.
Pode estar escondida em um abraço,
em um beijo,
nas páginas de um livro.
Seja feliz,
independente da janela que você olhe.




















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